
Adoção
Acompanhar a luta de uma amiga tentar o segundo filho para dar um irmão ou irmã para sua filha e se decidir pela adoção me fez perceber toda diferença de um filho desejado mesmo que não seja seu natural.
A percepção do amor que cresce e fortalece a relação de pais e filhos e um verdadeiro ato de superação e de união.
No Brasil ,a falta de Educação sexual , a gravidez na adolescência , dificuldades econômicas e sociais, preconceito relativo as famílias homo afetivas e ainda: burocracia e legislação que não atende as reais necessidades dos menores geram um grave problema: crianças abrigadas aguardando a adoção.
A luta para melhorar a vida das crianças e atender ao sonho de casais de ter um filho ou filha é diária.
Um dos pontos de maior discussão e entrave está relacionado às leis brasileiras que priorizam a adoção para parentes consanguíneos ou ainda a genitores incapazes de educar suas crianças.
Existe também os pais adotivos que não estão preparados e que muitas vezes devolvem os menores aos abrigos o que é um trauma terrível para o futuro das crianças.
Na população de crianças disponíveis para adoção a maioria são crianças negras e pardas.
Muitas vezes conseguem uma família de brancos para assumirem sua criação e a sociedade não respeita as diferenças de cores , sem enxergar que o fator que prevalece nestes casos é a empatia e o amor.
Os homo afetivos também buscam filhos e sofrem preconceitos com a política e com a sociedade em não compreenderem suas características . Este grupo tem um grande potencial de absorver os menores e já existem inúmeros exemplos de muito sucesso.
A adoção tardia é um outro fenômeno social que tem mobilizado a atenção de futuros pais.
São crianças que estão com mais de 7 anos e que por inúmeras razões continuam em abrigos.
Tive a honra de ter sido a pioneira em criar as joias da adoção!
Acredito verdadeiramente que toda criança tem o direito a ter uma família !
Este ano o slogan da semana da adoção é: Quanto mais adoção melhor!
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